quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Um vídeo que nos deixa muitas reflexões...
não os conheço...
mas me emocionei...
amor puro...
cumplicidade...
"Se os pais amassem o divorcio não viria...
Chamem a isso de utopia...
que eu a isso chamo...
Paz."
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Na mudança do presente a gente molda o futuro!
"Muda,
que quando a gente muda
o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo
na mudança da mente.
E quando a mente muda
a gente anda pra frente."
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"Na mudança de atitude
não há mal que não se mude
nem doença sem cura.
nem doença sem cura.
Na mudança de postura
a gente fica mais seguro,
Na mudança do presente a gente molda o futuro!
""
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Fantástica. Dogma da Completude por assim dizer.
Metade, de Oswaldo Montenegro. Escrito em 1975 e publicado em junho do mesmo ano no libreto da peça “João sem Nome”.
"Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também."
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